segunda-feira, março 23, 2009
Para comer, os profissionais de Saúde do Hospital Zumira Soares tem quer fazer "vaquinhas" .
Com o Sloga Caminhada e Cidadania, o prefeito de Poço Redondo trata os profissionais do Hospital Zumira Soares com Pão e Agua. Para complementar o pão e agua, os bravos servidores da saúde, fazem vaquinhas e solicita dos feirantes verduras, carnes e cereais para complementar o cardápio.
Em Poço Redondo prefeito Frei Enoque Salvador de Melo, recebe do Fundo Nacional de Saúde cerca de R$263.708,30 e deixa faltar luvas esterilizadas no posto. A quantia é referente aos meses de Janeiro a Março. A jovem Maria Dantas foi ao dentista extrair um dente, e pasme voçes, o medico informou que não tinha luvas. A solução encontrada pela paciente foi comprar luvas para ser atendida. A comunidade ficou indignada com o ocorrido e promete denuncia-lo ao Ministério Publico.
terça-feira, março 17, 2009
Grupo de turistas é assaltado em catamarã em SE
| Jornal O Comercio PE |
| Um grupo de 30 turistas de diversos Estados foi assaltado por três homens no fim da tarde de anteontem durante um passeio de catamarã entre Brejo Grande e a foz do Rio São Francisco, na divisa entre Sergipe e Alagoas. Os criminosos estavam armados com revólver e facões e levaram todos os pertences dos turistas. A queixa foi prestada na Delegacia de Turismo em Aracaju, porque em Brejo Grande, que fica a 137 km da capital, não há escrivão aos domingos para redigir o boletim de ocorrência. Entre as vítimas estava uma delegada de polícia do Distrito Federal, que não quis ser identificada. A ação dos três marginais durou cerca de 20 minutos. Eles interceptaram o catamarã parado no Rio São Francisco, enquanto o comandante resolvia um problema mecânico, renderam os passageiros e levaram dinheiro e aparelhos eletrônicos. A polícia sergipana não tem pista dos três assaltantes, que fugiram em direção a Alagoas. |
| Fonte: Jornal Nacional - Rede Globo Os produtores rurais do sertão de Sergipe estão lutando para salvar o gado da seca. Sem água nem comida, o gado está agonizando. A estiagem na região já dura seis meses. Para o sertanejo, que depende da terra e dos animais, pior do que não conseguir plantar é ver os animais morrerem aos poucos. - A gente olha para o céu e vê todo dia uma coisa só, não tem mudança de chuva, só tem seca - diz o produtor rural Josias da Silva. - Tem que pegar água todo dia senão morre de sede, estamos assim nessa luta todo dia, todo dia - afirma o agricultor Jerson Fontes. Os produtores estão usando uma engenhoca para manter o gado em pé. O giral, como é chamado o equipamento, é na verdade uma UTI para os animais que estão à beira da morte. O equipamento é feito com estacas de madeira, cordas e um saco de nylon. Eles ajudam o animal a ficar de pé e reagir. Se ficarem prostrados, morrem rapidamente. Nas pequenas propriedades, toda semana é registrada pelo menos uma perda. - Quando eu vejo as vacas morrendo, eu também morro junto. É do que eu vivo - diz o agricultor Manoel Messias. |
sábado, março 14, 2009
Postado por Cláudio Vasconcelos
quinta-feira, março 12, 2009
Fortaleza, 11/03/2009 - A combinação recessão mundial/retomada do protecionismo afetou substancialmente os resultados da balança comercial brasileira. Em janeiro, as exportações registraram recuo de 20%, sendo superadas pelas importações em US$ 518 milhões, primeiro déficit em oito anos. Grande parte desse resultado deve-se ao desempenho negativo da indústria de transformação, em 2008: déficit totalizou de US$ 14,4 bilhões ante excedente de US$ 10,3 bilhões, em 2007. Desde 2001, a indústria também não registrava déficit em suas trocas externas. A informação consta da última edição da revista BNB Conjuntura Econômica, editada pelo ETENE, já disponível na Internet (http://www.bnb.gov.br/projwebren/Exec/rce.aspx). Conforme a publicação, com a intensificação da crise, as vendas externas não superaram o ritmo de expansão das compras e as estimativas apontam para um recuo de até 20% das exportações em 2009. Diante disso, o governo acionou uma série de medidas para reforçar a demanda interna, das quais sobreleva lembrar a queda de juros e a redução de impostos e dos depósitos compulsórios dos bancos. Entretanto, elas ainda não se traduziram em significativa expansão do crédito e redução dos spreads, sobretudo dos bancos privados.
Liquidez - Segundo a revista, os bancos públicos passaram a ter papel decisivo para a manutenção da liquidez do sistema, como mostram o desempenho do BNDES e BNB, por exemplo, especialmente nas operações referenciadas com recursos direcionados. No plano regional, a decisão do BNB de reduzir as taxas de juros de suas operações financeiras guarda sintonia com a orientação do Governo de utilizar o financiamento público como instrumento de política anticíclica. Ademais, o BNB ampliou a linha de crédito para exportações, disponibilizando R$ 1,5 bilhão. “Essa atuação dos bancos de desenvolvimento, num contexto de crise internacional e aumento do grau de incerteza, será determinante para a manutenção da trajetória de crescimento da capacidade produtiva”, sustenta o economista Américo Leite, consultor do ETENE e professor da Universidade Federal do Ceará. Para saber mais informações sobre a conjuntura nacional e regional, acesse os arquivos da revista no endereço Internet:
(http://www.bnb.gov.br/projwebren/Exec/rce.aspx.
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Escrito por Alexandra Brito
Qua, 11 de Março de 2009 10:58
O vereador Ivaldo José (PDT), usou a tribuna da Câmara Municipal de Aracaju na manhã de quarta-feira, 11/3, para fazer a leitura de uma carta, enviada pelo presidente da Associação de Moradores do Conjunto Bugio, Kleber Alves Vieira, denunciando a cobrança indevida pelo uso da quadra de esportes de uma praça pública do local. De acordo com o denunciante, os moradores estão sendo obrigados a pagar uma taxa de R$ 50,00 para determinadas pessoas que controlam o espaço, se quiserem jogar uma partida de futebol. Em um trecho da carta ele argumenta ainda que “é bom lembrar que as praças são espaços públicos, construídos através de tributos pagos pela própria população” destacou.Para Ivaldo José é necessário que a prefeitura verifique se esta situação está realmente acontecendo, não só no conjunto Bugio, mas em outros bairros da cidade e que iniba esta ação, assegurando para a população o direito de desfrutar do espaço público.
Evento visa fazer um intercâmbio entre os parlamentares municipais
06/02/2009 - 08:59
Presidentes de Câmaras de Vereadores dos municípios sergipanos se reuniram em Aracaju, na ultima segunda-feira, 9. O encontro, organizado pela Câmara Municipal de Aracaju (Cmaju), é para fazer um intercâmbio e trocar idéias entre os parlamentares municipais, conforme explica o vereador Emmanuel Nascimento, presidente da Casa.
"A intenção é integrar os companheiros, ouvir as idéias, inclusive dos novos vereadores", explica. Entre os assuntos a serem discutidos está a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que prevê a redução de recursos para as Câmaras Municipais.
Segundo Emmanuel Nascimento, esta é apenas a primeira de muitas reuniões quedeverão acontecer, onde o foco é discutir questões relacionadas ao Poder Legislativo, aos municípios e à relação entre o Legislativo e o Executivo. "O que a gente observa hoje é que o Executivo está mais próximo da Câmara Federal e do Senado, do que do legislativo municipal", comenta o parlamentar.
"Esse é um movimento para fortalecer o Poder Legislativo Municipal, mostrando aos vereadores que eles também tem que estar mais próximos de Brasília, da Câmara Federal e do Senado, pois isso fortalece a democracia, a representação popular, o mandato do vereador e o poder local", destaca Emmanuel Nascimento, enfatizando a necessidade de fazer uma discussão ampla sobre essa representação. "Inclusive sobre a questão da PEC, que pretende reduzir o recursos para as CâmarasMunicipais".
PEC
Na eleição municipal de 2004, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reduziu a quantidade de vereadores. Os que perderam com esta decisão, se mobilizaram e foram a Brasília para tentar reverter à situação. "Só que eles cometeram, a meu ver, um equívoco político, que é aumentar a quantidade de vereadores e diminuir as verbas das câmaras", relata Emmanuel. "O Poder Legislativo Municipal tem que ser forte, como o Senado, a Câmara Federal, a Assembléia Legislativa e o Tribunal de Contas. Ninguém fala em reduzir os recursos destes órgãos".
O presidente da Cmaju defende que o mais propício neste momento, é manter a quantidade de vereadores como está, nesta legislatura, e reduzir os recursos das câmaras, desde que proporcional à redução do número de parlamentares municipais. "Eu defendo que o Legislativo, nas três esferas, tem que estar fortalecido para poder trabalhar. Nem mesmo na ditadura militar, quando deputados e senadores foram cassados, não se discutiu reduzir recursos do Legislativo".
A reunião dos presidentes de câmara de Sergipe aconteceu no dia 9 de no Delmar Hotel, a partir das 8h. "No dia 13, vamos realizar outra com os presidentes das câmaras das capitais brasileiras. A gente precisa discutir tudo isso, antes do início dos trabalhos legislativos. Não podemos deixar que o legislativo municipais seja ainda mais fragilizado", finaliza.





