Ao registrar na Câmara que Sergipe é hoje, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio do IBGE, o quarto pior Estado do Nordeste em relação à presença de crianças de até 04 anos de idade em creches, com 73,6% delas fora dessas unidades, o deputado federal Albano Franco (PSDB) disse que esses indicadores “revelam descaso e a incompetência pública na atenção a tão relevante questão”.
Foi em pronunciamento na sessão desta quarta-feira (24), na Câmara dos Deputados, oportunidade que o parlamentar manifestou seu sentimento de “elevada preocupação” ao se reportar aos dados da PNAD/IBGE presentes em matéria publicada no Jornal da Cidade, de Sergipe. Para ele, “não podemos nos conformar com índices dessa natureza, pois, infeliz da nação que não cuida das suas crianças, deixando ao abandono logo ao nascer”.
Ao reconhecer que a creche não é o lugar ideal para a proteção da criança, mas “ainda é o meio mais seguro para que a mãe trabalhadora possa deixar seu filho”, Albano defendeu que se deve ter no Brasil um órgão federal, e também em nível estadual, que se dedique à proteção da criança e do adolescente, pois, concluiu, “não basta programas emergenciais importantes como a bolsa família se não procurarmos dar as nossas crianças desde o pré-natal, condições necessárias para o seu crescimento físico, psíquico e educacional”.
Por Nilson Socorro
sábado, fevereiro 27, 2010
Albano repercute artigo de Serra e deseja que ele continue prestando inestimáveis serviços ao Brasil
Em pronunciamento na sessão vespertina desta quarta-feira (24) da Câmara, o deputado federal Albano Franco (PSDB) disse que o governador de São Paulo, José Serra, é um “ativo protagonista da evolução política e social do Brasil neste quarto de século” e desejou que ele “prossiga, com seu talento e obstinação, prestando inestimáveis serviços em favor da suprema causa da democracia e do desenvolvimento brasileiro”.
Na oportunidade o parlamentar sergipano registrou e repercutiu o artigo do governador paulista, publicado na edição desta semana da Revista Veja, intitulado Vida Longa à Nova República. Para Albano, o “lúcido e denso” documento produzido por Serra é um conciso e brilhante relato histórico desse importante período da história republicana.
Ele destacou que o atual governador paulista, como secretário de estado, deputado estadual e federal, senador, ministro, prefeito de São Paulo e, sobretudo, como ativista político na luta pela redemocratização, “personaliza um dos pilares em que se assenta esta nova fase histórica da vida brasileira alicerçada na estabilidade política, na alternância pacífica do poder e nas conquistas econômicas vitais para o desenvolvimento sustentável”.
Albano lembrou que como ativo protagonista deste quartel da história nacional, José Serra esteve ao lado de patriotas da estirpe de Franco Montoro, Ulisses Guimarães, Mário Covas, Teotônio Vilela, Fernando Henrique Cardoso e outros mais. Ele encerrou, desejando que o autor do artigo Vida a Longa a Nova República também tenha vida longa para prosseguir prestando inestimáveis serviços à democracia e ao desenvolvimento brasileiro.
Por Nilson Socorro
Na oportunidade o parlamentar sergipano registrou e repercutiu o artigo do governador paulista, publicado na edição desta semana da Revista Veja, intitulado Vida Longa à Nova República. Para Albano, o “lúcido e denso” documento produzido por Serra é um conciso e brilhante relato histórico desse importante período da história republicana.
Ele destacou que o atual governador paulista, como secretário de estado, deputado estadual e federal, senador, ministro, prefeito de São Paulo e, sobretudo, como ativista político na luta pela redemocratização, “personaliza um dos pilares em que se assenta esta nova fase histórica da vida brasileira alicerçada na estabilidade política, na alternância pacífica do poder e nas conquistas econômicas vitais para o desenvolvimento sustentável”.
Albano lembrou que como ativo protagonista deste quartel da história nacional, José Serra esteve ao lado de patriotas da estirpe de Franco Montoro, Ulisses Guimarães, Mário Covas, Teotônio Vilela, Fernando Henrique Cardoso e outros mais. Ele encerrou, desejando que o autor do artigo Vida a Longa a Nova República também tenha vida longa para prosseguir prestando inestimáveis serviços à democracia e ao desenvolvimento brasileiro.
Por Nilson Socorro
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
O governador Marcelo Déda precisa "dá um freio" em pessoas do seu agrupamento político que tentam diminuir a importância do PSC no grupo

PSC ameaça deixar grupo de Déda e fazer uma aliança com a oposição
"A gente pode ir para a oposição. E porque não?", indaga a deputada Susana Azevedo
Por Joedson Telles
"Tem que haver um tratamento decente com o PSC. Até porque, há outras opções para a gente. Outros candidatos. Se nós estivéssemos atrelado ao poder? Mas não. Não temos secretarias e não pedimos nada para apoiar. Se o for para continuar agindo dessa forma, com certeza, acho que o PSC tem que procurar o que for melhor para o partido. A gente pode ir para a oposição. E porque não?", indaga a deputada estadual Susana Azevedo (PSC), ao ser entrevistada pelo portal Universo Polìtico.com.
"O PSC demonstrou correção, lealdade e uma fidelidade muito grande ao governo do Estado, durante estes três anos. Se não fossem os votos do PSC, Marcelo Déda não governaria. Nós teríamos derrubado todos os seus projetos aqui (Assembleia Legislativa). Não temos uma secretaria. Todos os partidos do grupo, inclusive até quem não tem assento na Assembleia, tem secretaria. Mas nem assim deixamos de votar naquilo que o governador encaminhou a esta casa. Não exigimos para apoiar. Então, somos independentes", entende Susana.
Segundo a parlamentar, o governador Marcelo Déda precisa "dá um freio" em pessoas do seu agrupamento político que tentam diminuir a importância do PSC no grupo, taxando a legenda dos irmãos Amorim de "aliados de última hora". A parlamentar salientou que o PSC vem sendo um partido correto tanto com o governador Marcelo Déda quanto com os demais aliados, e entende que deveria haver reciprocidade. "Não podemos ser taxados assim. Desconhecem o que o PSC fez por Déda na Assembleia Legislativa. Mas tenha certeza: quem estiver com o PSC tomará posse na cadeira mais importante do Estado", garantiu observando a força do partido.
Da redação Universo Político.com
Pedrinho diz que, mesmo que faça aliança com o DEM, Albano não votará em João Alves
O ex-deputado federal Pedrinho Valadares (DEM) informou hoje (24), em entrevista a Gilmar Carvalho, na Rede Ilha, que o partido reuniu sua direção no início da semana e decidiu que não aceitará uma “imposição” do deputado federal Albano Franco (PSDB), ou seja, que o tucano escolha se o melhor é disputar a reeleição ou o Senado.
Segundo ele, uma aliança com Albano “só traz prejuízo” para o ex-governador João Alves Filho. Fazendo referência ao deputado estadual Luiz Mitidieri, Pedrinho disse que, entre os aliados do tucano, somente ele é capaz, se assumir compromisso de votar no candidato do DEM.
Durante a entrevista, Pedrinho foi enfático ao dizer que, mesmo que faça aliança com o DEM, Albano não votará em João Alves. “É essa a minha opinião”.
Para o ex-deputado, “o corpo e a alma de Albano estão com Déda, com o PT”.
Finalizando, Pedrinho disse que “aliança entre João e Albano não dá certo!”
fonte nenoticias
Segundo ele, uma aliança com Albano “só traz prejuízo” para o ex-governador João Alves Filho. Fazendo referência ao deputado estadual Luiz Mitidieri, Pedrinho disse que, entre os aliados do tucano, somente ele é capaz, se assumir compromisso de votar no candidato do DEM.
Durante a entrevista, Pedrinho foi enfático ao dizer que, mesmo que faça aliança com o DEM, Albano não votará em João Alves. “É essa a minha opinião”.
Para o ex-deputado, “o corpo e a alma de Albano estão com Déda, com o PT”.
Finalizando, Pedrinho disse que “aliança entre João e Albano não dá certo!”
fonte nenoticias
“Combato as obras mal feitas e dirigidas por ONGs”, responde Machado
Provocado pelo governador Marcelo Deda (PT), na última quinta-feira (18), o deputado federal José Carlos Machado (DEM) foi o entrevistado na manhã de hoje (22), do programa “Comando Geral”, da Rádio Jornal AM e apresentado pelo radialista Augusto Junior. O democrata ouviu a gravação com as declarações do petista e, de imediato, tratou de respondê-lo. Machado garantiu que não vai parar a fiscalização que tem feito no trabalho desenvolvido em Sergipe de mais de duas mil ONGs que estão conveniadas com a Pronese (Empresa de Desenvolvimento Sustentável do Estado).
Em síntese, Deda sugeriu que Machado deixasse de criticar o programa “Casa Nova, Vida Nova”. “O governo do Estado ajuda o cidadão pobre a conseguir sua casinha para morar. É difícil de compreender que Machado esteja lutando contra isso! O deputado Machado que vá a Nossa Senhora da Glória, Salgado e pelas rodovias para visitar o trabalho e verificar as casas que estão sendo construídas. Enquanto eu for governador, goste ele ou não, vou continuar ajudando os pobres. Quando faço isso, estou ajudando até a Machado, porque ele não vai ter o risco de ter os seus terrenos em Aracaju invadidos. Isso porque eu estou fazendo casas para os pobres”, provocou Marcelo Deda.
Em resposta a essa declaração do governador, Machado disse que “eu não sou contra esse programa do Governo do Estado. De forma alguma! Marcelo Deda deveria era aproveitar esta oportunidade única para, junto com a Caixa Econômica Federal, desenvolver o maior programa habitacional para a população de baixa renda. O que eu combato é a inclusão de ONGs neste processo, sendo que muitas delas não são sérias e sequer possuem endereços fixos. Eu combate as obras mal feitas e dirigidas por e para ONGs. A coisa é tão grave que a Lira de Capela, responsável pela banda de música, estava executando obras de pavimentação naquele município!”, justificou.
“Por que deixar a Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (CEHOP) de lado neste processo? Fiz um levantamento e não há um cidadão de Capela com a carteira de trabalho assinada para trabalhar nessa obra! Essas Associações estão burlando as leis trabalhistas. Há um conjunto habitacional em Itabaiana, com mais de 200 casas, e mais de 90% não são ocupadas por carentes. Fizeram casas para quem não precisa!”, denunciou o democrata.
Para José Carlos Machado as ONGs não têm estrutura para fiscalizar obras importantes, superiores a R$ 1 milhão. “Amanhã, se há um problema nessas obras de esgotamento sanitário, quem irá responder? A Prefeitura ou a ONG? O prefeito dirá que não foi o Município quem fez a obra e a Pronese dirá apenas que a financiou. Muitas dessas ONGs sequer têm sede própria. Estão contrariando a Constituição nos princípios da economicidade e da razoabilidade. Podem ser recursos do governo do Estado, mas isso é econômico? É razoável?”, questionou.
Sobre a provocação do governador, de ordem pessoal, Machado disse que “Marcelo Deda que não se preocupe com isso porque dos meus terrenos cuido eu! Deda tem é que se preocupar com os terrenos dos grandes latifundiários de Aracaju! Dentre os quais eu não estou incluído. Eu não tenho dúvidas que os órgãos fiscalizadores, como o Tribunal de Contas, vão me dar razão. O problema é que o governador Marcelo Deda vem sendo enganado por seus assessores sobre essas casas. Os pobres não estão sendo assistidos como ele acredita”, respondeu.
Saúde – Por fim, Machado ainda fez duras críticas ao governo do Estado pela propaganda institucional que vem sendo exibida de que as Clínicas de Saúde da Família “estão atendendo ao povo 24 horas por dia”. “Eu dou um prêmio se alguém provar que uma Clínica de Saúde, dessas do governo, está funcionando 24 horas!”, denunciou.
Da Assessoria de Imprensa
Habacuque Villacorte
DRT – 947/SE
(79) 8801-1139/9902-9237
Dilva Ribeiro
(61) 9666-8282
Em síntese, Deda sugeriu que Machado deixasse de criticar o programa “Casa Nova, Vida Nova”. “O governo do Estado ajuda o cidadão pobre a conseguir sua casinha para morar. É difícil de compreender que Machado esteja lutando contra isso! O deputado Machado que vá a Nossa Senhora da Glória, Salgado e pelas rodovias para visitar o trabalho e verificar as casas que estão sendo construídas. Enquanto eu for governador, goste ele ou não, vou continuar ajudando os pobres. Quando faço isso, estou ajudando até a Machado, porque ele não vai ter o risco de ter os seus terrenos em Aracaju invadidos. Isso porque eu estou fazendo casas para os pobres”, provocou Marcelo Deda.
Em resposta a essa declaração do governador, Machado disse que “eu não sou contra esse programa do Governo do Estado. De forma alguma! Marcelo Deda deveria era aproveitar esta oportunidade única para, junto com a Caixa Econômica Federal, desenvolver o maior programa habitacional para a população de baixa renda. O que eu combato é a inclusão de ONGs neste processo, sendo que muitas delas não são sérias e sequer possuem endereços fixos. Eu combate as obras mal feitas e dirigidas por e para ONGs. A coisa é tão grave que a Lira de Capela, responsável pela banda de música, estava executando obras de pavimentação naquele município!”, justificou.
“Por que deixar a Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (CEHOP) de lado neste processo? Fiz um levantamento e não há um cidadão de Capela com a carteira de trabalho assinada para trabalhar nessa obra! Essas Associações estão burlando as leis trabalhistas. Há um conjunto habitacional em Itabaiana, com mais de 200 casas, e mais de 90% não são ocupadas por carentes. Fizeram casas para quem não precisa!”, denunciou o democrata.
Para José Carlos Machado as ONGs não têm estrutura para fiscalizar obras importantes, superiores a R$ 1 milhão. “Amanhã, se há um problema nessas obras de esgotamento sanitário, quem irá responder? A Prefeitura ou a ONG? O prefeito dirá que não foi o Município quem fez a obra e a Pronese dirá apenas que a financiou. Muitas dessas ONGs sequer têm sede própria. Estão contrariando a Constituição nos princípios da economicidade e da razoabilidade. Podem ser recursos do governo do Estado, mas isso é econômico? É razoável?”, questionou.
Sobre a provocação do governador, de ordem pessoal, Machado disse que “Marcelo Deda que não se preocupe com isso porque dos meus terrenos cuido eu! Deda tem é que se preocupar com os terrenos dos grandes latifundiários de Aracaju! Dentre os quais eu não estou incluído. Eu não tenho dúvidas que os órgãos fiscalizadores, como o Tribunal de Contas, vão me dar razão. O problema é que o governador Marcelo Deda vem sendo enganado por seus assessores sobre essas casas. Os pobres não estão sendo assistidos como ele acredita”, respondeu.
Saúde – Por fim, Machado ainda fez duras críticas ao governo do Estado pela propaganda institucional que vem sendo exibida de que as Clínicas de Saúde da Família “estão atendendo ao povo 24 horas por dia”. “Eu dou um prêmio se alguém provar que uma Clínica de Saúde, dessas do governo, está funcionando 24 horas!”, denunciou.
Da Assessoria de Imprensa
Habacuque Villacorte
DRT – 947/SE
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Dilva Ribeiro
(61) 9666-8282
Japaratuba comemora a festa do seu maior povoado: São José
O maior povoado de Japaratuba, São José, estará em festa religiosa, cultural e social do dia 12 ao dia 21 de março.
As festividades culturais serão desenvolvidas nos dias 17, 18 e 19 de março, com o desenvolvimento do tradicional Festival de Artes na Caatinga, que estará em sua segunda edição.
A parte religiosa terá início no dia 12, com novenário e procissão encerrando no dia 21 de março.
Já a parte social e festiva terá seu ponto auge nos dias 12, 13 e 14 de março. Confira toda programação da festa:
SEXTA – FEIRA, 12
20H00 - ARRASTÃO COM CID NATUREZA
Saída: Assentamento Ivan Ribeiro - chegada: Praça de Eventos
22H00 - COXA BAMBA
00H00 - MAURICINHOS DO FORRÓ
02H00 – NARA COSTA
SÁBADO, 13
16H00 - ARRASTÃO COM JULINHO PORRADÃO
Saída: Rod. Seixas Dórea - chegada: Praça de Eventos
21H00 - ASAS MORENAS
23H00 - GANG DO SAMBA
01H00 - RODRIGUINHO
03H00 - CAVIAR COM RAPADURA
DOMINGO, 14
15H00 - ARRASTÃO COM A BANDA NAYRÊ
Saída: Rod. Seixas Dórea - chegada: Praça de Eventos
20H00 - HÉLIO BARBOSA E FORRÓ MIXIDO
22H00 - FOGO NA SAIA
00H00 - LEVY VIANA
--
Elton Coelho
Jornalista - DRT 723/SE
Mobile/Celular: ++ 55 079 9977.7801 ou 079 9959.5829
twitter.com/coelhoelton
As festividades culturais serão desenvolvidas nos dias 17, 18 e 19 de março, com o desenvolvimento do tradicional Festival de Artes na Caatinga, que estará em sua segunda edição.
A parte religiosa terá início no dia 12, com novenário e procissão encerrando no dia 21 de março.
Já a parte social e festiva terá seu ponto auge nos dias 12, 13 e 14 de março. Confira toda programação da festa:
SEXTA – FEIRA, 12
20H00 - ARRASTÃO COM CID NATUREZA
Saída: Assentamento Ivan Ribeiro - chegada: Praça de Eventos
22H00 - COXA BAMBA
00H00 - MAURICINHOS DO FORRÓ
02H00 – NARA COSTA
SÁBADO, 13
16H00 - ARRASTÃO COM JULINHO PORRADÃO
Saída: Rod. Seixas Dórea - chegada: Praça de Eventos
21H00 - ASAS MORENAS
23H00 - GANG DO SAMBA
01H00 - RODRIGUINHO
03H00 - CAVIAR COM RAPADURA
DOMINGO, 14
15H00 - ARRASTÃO COM A BANDA NAYRÊ
Saída: Rod. Seixas Dórea - chegada: Praça de Eventos
20H00 - HÉLIO BARBOSA E FORRÓ MIXIDO
22H00 - FOGO NA SAIA
00H00 - LEVY VIANA
--
Elton Coelho
Jornalista - DRT 723/SE
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Deputado afirma que governo irá construir casas para desabrigados de Aracaju
A suposta invasão de um galpão do Estado no bairro Siqueira Campos, feita pelo deputado estadual Augusto Bezerra (DEM), foi condenada pelo líder do governo na Assembleia Legislativa, Francisco Gualberto (PT). No galpão estão alojadas dezenas de famílias sem moradia que há pouco mais de um ano esperam pela construção de um conjunto habitacional a ser feita pelo governo do Estado.
“Invadir movimento social é típico da história desse modelo de fazer política”, disse Gualberto, fazendo referência aos governos passados que tiveram o apoio de Bezerra na Assembleia Legislativa. “As pessoas que estão no galpão são integrantes do Movimento Organizado de Trabalhadores Urbanos (Motu), e vêm participando constantemente de reuniões com integrantes do governo para uma possível resolução imediata do problema’, explicou Gualberto.
Para ele, o Governo do Estado está atento à questão das dezenas de pessoas que há mais de um ano ocupam o galpão no Siqueira Campos. Justamente por isso, tenta viabilizar a liberação de um terreno que pertence à Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), no município de Nossa Senhora do Socorro, para a construção das casas. “Temos consciência do atraso na construção das casas e sabemos que essa não é uma situação confortável para ninguém”, disse. “Mas não podemos fazer política dessa maneira, usando artifícios mesquinhos”.
Francisco Gualberto assegura ainda que a cobrança da oposição, que pede agilidade na construção das casas, é indevida. “Esse atraso é de 20 anos. Dura o tempo que eles governaram o Estado e nunca fizeram nada por essa gente”, rebate o petista. “Mesmo que demore mais seis meses para que o nosso governo faça as casas, essas pessoas terão a oportunidade de serem atendidas numa de suas necessidades mais urgentes. Fato que não ocorreria se o governo fosse o que esses deputados da oposição defendiam”.
Acesse: WWW.franciscogualberto.com.br
Assessoria de Imprensa
Gilson Sousa – DRT – 660/SE
“Invadir movimento social é típico da história desse modelo de fazer política”, disse Gualberto, fazendo referência aos governos passados que tiveram o apoio de Bezerra na Assembleia Legislativa. “As pessoas que estão no galpão são integrantes do Movimento Organizado de Trabalhadores Urbanos (Motu), e vêm participando constantemente de reuniões com integrantes do governo para uma possível resolução imediata do problema’, explicou Gualberto.
Para ele, o Governo do Estado está atento à questão das dezenas de pessoas que há mais de um ano ocupam o galpão no Siqueira Campos. Justamente por isso, tenta viabilizar a liberação de um terreno que pertence à Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), no município de Nossa Senhora do Socorro, para a construção das casas. “Temos consciência do atraso na construção das casas e sabemos que essa não é uma situação confortável para ninguém”, disse. “Mas não podemos fazer política dessa maneira, usando artifícios mesquinhos”.
Francisco Gualberto assegura ainda que a cobrança da oposição, que pede agilidade na construção das casas, é indevida. “Esse atraso é de 20 anos. Dura o tempo que eles governaram o Estado e nunca fizeram nada por essa gente”, rebate o petista. “Mesmo que demore mais seis meses para que o nosso governo faça as casas, essas pessoas terão a oportunidade de serem atendidas numa de suas necessidades mais urgentes. Fato que não ocorreria se o governo fosse o que esses deputados da oposição defendiam”.
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Assessoria de Imprensa
Gilson Sousa – DRT – 660/SE
O governador Aécio Neves disse a uma revista semanal que ser vice para os mineiros não é novidade
O candidato de Minas
Advogado; ex-ministro da Casa Civil
O governador Aécio Neves disse a uma revista semanal que ser vice para os mineiros não é novidade, numa ironia à proposta do tucanato paulista para ocupar o posto de vice de José Serra.
Nossa terra já indicou vários vices. Só para lembrar: Zé Maria Alckmin, Pedro Aleixo, Aureliano Chaves e Itamar Franco, depois presidente e governador. Isso sem falar do nosso Zé Alencar, um mineiro e tanto.
Dos 12 vices da Velha República, seis eram mineiros: Afonso Pena, Venceslau Braz, Delfim Moreira e Fernando de Melo Viana, sendo que Afonso Pena e Venceslau Braz foram presidentes também. Houve ainda Silviano Brandão, que morreu antes da posse e foi substituído por Afonso Pena, e Francisco Álvaro Bueno de Paiva.
Se nosso governador protesta com razão, esqueceu que Dilma Rousseff é mineira da gema. Nasceu em Belo Horizonte e cresceu nas Minas Gerais. Em 1968, estudava em Belo Horizonte no Colégio Estadual Central, já engajada na luta contra a ditadura, e depois foi fazer economia na UFMG. Aos 15 anos, integrou a Geração de 68, que participava ativamente da vida cultural e política do país e de Minas.
Dilma faz parte também da geração que rompeu preconceitos e se lançou na luta pela igualdade e pelos direitos das mulheres. Presa e torturada, foi para o Rio Grande do Sul, onde reiniciou a luta contra a ditadura no MDB.
Participou do Instituto de Estudos Políticos e Sociais, núcleo da campanha vitoriosa a vereador de Marcos Klassmann, que viria a ver cassado pela ditadura. Também ajudou a fundar o Movimento Feminino pela Anistia.
Depois, no PTB, participa da Associação de Debates e Estudos do partido e, ao lado de Brizola e Sereno Chaise, ajuda a fundar o sucessor de fato e histórico do trabalhismo: o PDT.
Ainda jovem, foi secretária da Fazenda de Porto Alegre na gestão Alceu Collares, cujo programa de governo foi feito em sua casa. Quando Collares é eleito governador, assume a Secretaria de Minas e Energia, posto que manteve no governo Olívio Dutra. Em 2000, quando o PDT rompe com Dutra, Dilma e um grupo de pedetistas liderados por Chaise se filia ao PT.
Após a eleição de Lula à Presidência, assume o Ministério de Minas e Energia, implementando mudanças estruturais que reorganizaram o sistema energético do Brasil. Em junho de 2005, assume a Casa Civil.
Como vemos, Dilma tem raízes mineiras e gaúchas. E todos nós que nascemos, fomos criados e, principalmente, educados em Minas trazemos não apenas nosso Estado no coração, mas levamos no sangue e na memória os ensinamentos de nossos pais, de amor pela liberdade e paixão pelo Brasil, tão bem expressos em Juscelino Kubitschek.
A rebeldia na alma, o espírito das Gerais, nada apaga essa chama que nos alimenta e nos conduz mesmo nos momentos trágicos, de resistência à ditadura e luta pela liberdade.
Minas Gerais tem, sim, um candidato à Presidência: chama-se Dilma Rousseff.
Advogado; ex-ministro da Casa Civil
O governador Aécio Neves disse a uma revista semanal que ser vice para os mineiros não é novidade, numa ironia à proposta do tucanato paulista para ocupar o posto de vice de José Serra.
Nossa terra já indicou vários vices. Só para lembrar: Zé Maria Alckmin, Pedro Aleixo, Aureliano Chaves e Itamar Franco, depois presidente e governador. Isso sem falar do nosso Zé Alencar, um mineiro e tanto.
Dos 12 vices da Velha República, seis eram mineiros: Afonso Pena, Venceslau Braz, Delfim Moreira e Fernando de Melo Viana, sendo que Afonso Pena e Venceslau Braz foram presidentes também. Houve ainda Silviano Brandão, que morreu antes da posse e foi substituído por Afonso Pena, e Francisco Álvaro Bueno de Paiva.
Se nosso governador protesta com razão, esqueceu que Dilma Rousseff é mineira da gema. Nasceu em Belo Horizonte e cresceu nas Minas Gerais. Em 1968, estudava em Belo Horizonte no Colégio Estadual Central, já engajada na luta contra a ditadura, e depois foi fazer economia na UFMG. Aos 15 anos, integrou a Geração de 68, que participava ativamente da vida cultural e política do país e de Minas.
Dilma faz parte também da geração que rompeu preconceitos e se lançou na luta pela igualdade e pelos direitos das mulheres. Presa e torturada, foi para o Rio Grande do Sul, onde reiniciou a luta contra a ditadura no MDB.
Participou do Instituto de Estudos Políticos e Sociais, núcleo da campanha vitoriosa a vereador de Marcos Klassmann, que viria a ver cassado pela ditadura. Também ajudou a fundar o Movimento Feminino pela Anistia.
Depois, no PTB, participa da Associação de Debates e Estudos do partido e, ao lado de Brizola e Sereno Chaise, ajuda a fundar o sucessor de fato e histórico do trabalhismo: o PDT.
Ainda jovem, foi secretária da Fazenda de Porto Alegre na gestão Alceu Collares, cujo programa de governo foi feito em sua casa. Quando Collares é eleito governador, assume a Secretaria de Minas e Energia, posto que manteve no governo Olívio Dutra. Em 2000, quando o PDT rompe com Dutra, Dilma e um grupo de pedetistas liderados por Chaise se filia ao PT.
Após a eleição de Lula à Presidência, assume o Ministério de Minas e Energia, implementando mudanças estruturais que reorganizaram o sistema energético do Brasil. Em junho de 2005, assume a Casa Civil.
Como vemos, Dilma tem raízes mineiras e gaúchas. E todos nós que nascemos, fomos criados e, principalmente, educados em Minas trazemos não apenas nosso Estado no coração, mas levamos no sangue e na memória os ensinamentos de nossos pais, de amor pela liberdade e paixão pelo Brasil, tão bem expressos em Juscelino Kubitschek.
A rebeldia na alma, o espírito das Gerais, nada apaga essa chama que nos alimenta e nos conduz mesmo nos momentos trágicos, de resistência à ditadura e luta pela liberdade.
Minas Gerais tem, sim, um candidato à Presidência: chama-se Dilma Rousseff.
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